Senadores do RN criticam disputas para eleição na presidência da Casa

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As discussões sobre a votação para a presidência do Senado têm atrapalhado o andamento de pautas importantes do Congresso, segundo a avaliação dos senadores potiguares Jean Paul Prates (PT) e Styvenson Valentim (Podemos). Os dois questionam a “pressa” do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) em definir o sucessor de Davi Alcolumbre (DEM), o atual presidente da Casa. “Quanto à possibilidade de o Governo fazer o presidente do Senado, é preciso considerar que essa estratégia está normalmente ligada à que é feita na Câmara [Federal]. O que a gente pode ver é que o Governo, que tinha uma articulação política muito fraca, tenta agora, à custa de cargos, cooptar apoios. Se isso vai funcionar, vamos ver. Mas essa prática, normalmente, nunca deu muito certo”, condena Jean Paul Prates. Atualmente, a pouco mais de 60 dias do pleito no Senado, mais de 10 nomes tentam se viabilizar como candidatos. O número elevado de postulantes mostra que o governo federal não terá vida fácil para garantir um aliado na liderança da Casa. No entanto, o fortalecimento de uma candidatura requer muito diálogo e habilidade política. Estão na disputa quatro nomes do MDB (Eduardo Braga, Simone Tebet, Fernando Bezerra e Eduardo Gomes), três do PSD (Nelsinho Trad e Lucas Barreto), além de Rodrigo Pacheco (DEM), Daniella Ribeiro (PP), Major Olímpio (PSL) e Álvaro Dias (Podemos). Além disso, o PT decidiu que tentará construir uma candidatura a partir do apoio de outras seis legendas de oposição (PDT, PCdoB, PSB, Rede, PV e PSOL). “Uma coisa é certa: buscaremos compor forças com nomes que não configurem subserviência direta ao presidente Bolsonaro. Os cargos de presidente do Senado (e presidente do Congresso Nacional) têm uma enorme importância para o processo político e também para a recuperação da economia e enfrentamento da pandemia, como foi demonstrado no decorrer de 2020”, reforçou o senador Jean Paul. Ainda segundo ele, as disputas relacionadas com a presidência do Senado foram antecipadas após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que os atuais presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre, não podem se candidatar à reeleição para os postos em 2021. Os ministros avaliaram que a é vedada a recondução de presidentes das duas Casas legislativas para o mesmo cargo dentro de uma mesma legislatura.

Senadores do RN criticam disputas para eleição na presidência da Casa

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As discussões sobre a votação para a presidência do Senado têm atrapalhado o andamento de pautas importantes do Congresso, segundo a avaliação dos senadores potiguares Jean Paul Prates (PT) e Styvenson Valentim (Podemos). Os dois questionam a “pressa” do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) em definir o sucessor de Davi Alcolumbre (DEM), o atual presidente da Casa. “Quanto à possibilidade de o Governo fazer o presidente do Senado, é preciso considerar que essa estratégia está normalmente ligada à que é feita na Câmara [Federal]. O que a gente pode ver é que o Governo, que tinha uma articulação política muito fraca, tenta agora, à custa de cargos, cooptar apoios. Se isso vai funcionar, vamos ver. Mas essa prática, normalmente, nunca deu muito certo”, condena Jean Paul Prates. Atualmente, a pouco mais de 60 dias do pleito no Senado, mais de 10 nomes tentam se viabilizar como candidatos. O número elevado de postulantes mostra que o governo federal não terá vida fácil para garantir um aliado na liderança da Casa. No entanto, o fortalecimento de uma candidatura requer muito diálogo e habilidade política. Estão na disputa quatro nomes do MDB (Eduardo Braga, Simone Tebet, Fernando Bezerra e Eduardo Gomes), três do PSD (Nelsinho Trad e Lucas Barreto), além de Rodrigo Pacheco (DEM), Daniella Ribeiro (PP), Major Olímpio (PSL) e Álvaro Dias (Podemos). Além disso, o PT decidiu que tentará construir uma candidatura a partir do apoio de outras seis legendas de oposição (PDT, PCdoB, PSB, Rede, PV e PSOL). “Uma coisa é certa: buscaremos compor forças com nomes que não configurem subserviência direta ao presidente Bolsonaro. Os cargos de presidente do Senado (e presidente do Congresso Nacional) têm uma enorme importância para o processo político e também para a recuperação da economia e enfrentamento da pandemia, como foi demonstrado no decorrer de 2020”, reforçou o senador Jean Paul. Ainda segundo ele, as disputas relacionadas com a presidência do Senado foram antecipadas após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que os atuais presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre, não podem se candidatar à reeleição para os postos em 2021. Os ministros avaliaram que a é vedada a recondução de presidentes das duas Casas legislativas para o mesmo cargo dentro de uma mesma legislatura.

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