sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Idoso é vítima de golpe e perde mais de R$ 10 mil após entregar cartões a suposto funcionário de banco em Natal

Idoso é vítima de golpe e perde mais de R$ 10 mil após entregar cartões a suposto funcionário de banco em Natal — Foto: Reprodução
Um idoso caiu em um golpe em Natal e perdeu R$ 10.800 depois de entregar cartões de créditos e senhas a um suposto funcionário de um banco. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. pelos criminosos que realizaram compras e saques.

O idoso, que preferiu não se identificar, contou que recebeu uma ligação dizendo que o cartão dele teria sido clonado e que foram feitas compras presenciais em Minas Gerais. Do outro lado da linha, a pessoa orienta o idoso a ligar para o número do banco que tem no verso do cartão.

O homem contou a Polícia que ligou para o número e falou com o atendente, mas, na verdade estava falando com o golpista. Foram mais de duas horas de conversa e o idoso foi convencido a entregar os cartões do banco a um motoboy.
Câmeras de segurança do condomínio onde a vítima mora, no bairro Lagoa Nova, registraram o momento em que o suposto funcionário foi até o local pegar os cartões.
O idoso entregou os cartões dentro de um envelope a um motociclista que foi até a portaria. Ele também recebeu a orientação para desligar os aparelhos celulares por vinte minutos. 

Desconfiando do golpe, ele ligou para o gerente que confirmou que era uma fraude. Ao verificar os extratos dos cartões, a vítima identificou que foram feitas compras e saques no valor de R$ 10.800.

O idoso disse que em nenhum momento desconfiou dos criminosos. "O atendente me passou até um código que o motociclista iria me dizer ao chegar aqui. Com a confirmação do código, eu entreguei os cartões" contou a vítima.
A Polícia orienta que, antes de qualquer situação parecida, as pessoas devem confirmar com o gerente do banco, caso suspeitem do procedimento. A polícia ainda reforçou que os bancos não mandam funcionários a casa dos clientes para recolher cartões.

G1 RN. 

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