quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Mãe defende a filha que matou o pai envenenado no Giselda Trigueiro

A morte do senhor José Evangelista Rocha, na última terça feira 15, no Hospital Giselda Trigueiro, parece episódio de filmes e novelas. Em seus capítulos, surge uma figura importante com depoimento ainda mais singular, o da ex de José.

À imprensa, a mãe defende a filha: “não teve a intenção de matar o pai, mas de livrá-lo do sofrimento”. Separada da vítima há três anos, ela confirmou que contraiu o HIV a partir do relacionamento com o senhor José Evangelista.

Fernanda Rocha foi piedosamente defendida pela mãe, que ainda alega um possível transtorno mental da filha, controlado com uso de medicamentos fortíssimos. “Ela sempre cuidou muito bem do pai, e tem provas”, defende.

A eutanásia, ato defendido por Fernanda Daniele Oliveira da Rocha, filha de José Evangelista, é considerado crime no Brasil. À polícia, Daniele alegou que não aguentava ver o pai sofrer, vendo que ele era portador do vírus HIV.

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