segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Às vésperas do julgamento na Câmara Municipal e Batata não consegue explicar os cheques apreendidos em seu poder

Apesar do prefeito afastado de Caicó, Batata Araújo, ter declarado no momento de sua prisão em agosto de 2018, que o que possuía era R$40 mil em conta bancária e R$35 mil em dinheiro que foi apreendido em sua residência, consta no processo a apreensão de uma série de cheques em poder do gestor.

Conforme consta como provas no processo do Ministério Público e que foi encaminhado à Câmara Municipal de Caicó, uma quantidade de cheques com valores bem elevados. Um no valor R$ 31 mil reais, um segundo no valor R$ 30 mil reais e um terceiro cheque no valor de R$ 40 mil reais.
Todo o material foi apreendido durante a deflagração da Operação Tubérculo, desencadeada pelo Ministério Público e contou ao todo, com 12 promotores de Justiça, 22 servidores do MPRN e 28 policiais militares.
 
A operação Tubérculo é um desdobramento das operações Cidade Luz, deflagrada em julho de 2017 e que aponta um esquema criminoso na Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Natal através da constituição de cartel entre empresas pernambucanas que prestavam serviços de iluminação pública na cidade; e Blackout, realizada em agosto do mesmo ano e que apura superfaturamento e pagamento de propina para manutenção do contrato de iluminação pública em Caicó.

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