quinta-feira, 8 de março de 2018

Vigilantes mantêm greve e bancos estão há 12 dias sem atendimento

Vigilantes mantêm greve e bancos estão há 12 dias sem atendimento
A greve dos vigilantes chegou a esta quinta-feira, 08, ao décimo segundo dia com agências bancárias fechadas para atendimento do público. Os profissionais permanecem de braços cruzados e esperam uma audiência pública de conciliação com as empresas de segurança privada. O encontro acontece na próxima segunda-feira, 12, na sede do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT).
O encontro pode assinalar a primeira reunião entre os trabalhadores e as empresas de segurança privada. Desde que o movimento grevista foi deflagrado, em 26 de fevereiro, não foram realizadas rodadas de negociação entre as duas partes. A paralisação da segurança privada afeta o funcionamento de bancos, órgãos públicos e privados. A categoria exige reajuste salarial de 13,9% e o cumprimento de um acordo coletivo firmado em 2017. Os vigilantes do estado recebem R$ 1.684,77.
“Nós solicitamos uma audiência para forçar uma reunião com os empresários. Desde que iniciamos a greve, as empresas não aceitaram participar de rodadas de negociação”, diz Dalcilene Cabral, vice-coordenadora do Sindicato dos Vigilantes do Rio Grande do Norte.
Segundo ela, o movimento paradista afeta, em sua totalidade, o funcionamento das agências bancárias. Mesmo cumprindo com a determinação de manter 70% do efetivo nos postos de trabalho, as unidades bancárias alegam falta de segurança para manter serviços de atendimento ao público.

Em nota, o as Empresas de Segurança Privada do Rio Grande do Norte (SINDESP) informa que está aberto para negociar com os trabalhadores do setor dentro da legislação em vigor.

VIA AGORA RN 

Nenhum comentário:

Postar um comentário